Assembleia geral da Pharol vota hoje órgãos sociais para triénio 2018-2020

Agência Lusa

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A Pharol (antiga Portugal Telecom) realiza hoje a segunda reunião de continuação da assembleia geral extraordinária de acionistas de 23 de novembro passado, para discutir e votar a eleição de novos órgãos sociais para o triénio 2018-2020.

Os trabalhos da assembleia geral (AG) de 23 de novembro de 2018 foram suspensos sem que fosse votado o ponto relativo à “renovação da deliberação da eleição dos membros dos órgãos sociais e da comissão de vencimentos para o triénio 2018-2020, com alargamento da composição do Conselho de Administração para 11 elementos, mediante a eleição de novo elemento”.

A discussão deste ponto foi remetida uma nova sessão, marcada para 11 de janeiro passado, mas esta sessão viria também a ser suspensa, para hoje, por proposta do acionista Novo Banco, na sequência do acordo alcançado entre a operadora brasileira Oi e seu acionista Pharol/Bratel para extinção de todos os litígios que opunham as duas empresas.

Segundo a declaração então lida pela representante do Novo Banco, e constante da ata da AG de 11 de janeiro, “esse acordo prevê que a Oi tem o direito a nomear um membro no Conselho de Administração da Pharol para o presente mandato”, pelo que importava criar previamente “condições para tentar assegurar o previsto no acordo”.

A questão da renovação da deliberação da eleição dos membros dos órgãos sociais da Pharol remonta já a 23 de outubro de 2018, quando “foi proferida decisão de suspensão da deliberação de eleição dos membros dos órgãos sociais e da comissão de vencimentos para o triénio 2018-2020, ocorrida na assembleia geral da Pharol, SGPS SA, de 25 de maio de 2018 (na sequência de procedimento cautelar de suspensão de deliberações sociais requerido pela acionista Telemar Norte Leste, S.A)”.

A Oi e seu acionista Pharol/Bratel anunciaram a 09 de janeiro que os respetivos Conselhos de Administração aprovaram por unanimidade um acordo com vista ao “encerramento e extinção de todo e quaisquer litígios judiciais e extrajudiciais”.

Em comunicado divulgado nesse dia, adiantaram que, após negociações nas quais “chegaram a um consenso”, terminam todos os litígios “no Brasil, Portugal e em todos os diferentes países onde existem discussões envolvendo empresas dos dois grupos”.

PD (ALYN/MSF) // JNM

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