CMVM pede auditor para fixar contrapartida por saída de bolsa da Transinsular

Agência Lusa

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A CMVM disse hoje que solicitou um auditor independente para fixar a contrapartida mínima a oferecer pelas ações pertencentes aos acionistas que não tenham estado presentes ou votado favoravelmente a saída de bolsa da Transinsular.

“A CMVM [Comissão do Mercado de Valores Mobiliários] solicitou à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas a nomeação de um auditor independente para fixação da contrapartida mínima a oferecer por ocasião do pedido de perda de qualidade de sociedade aberta da Transinsular […], pela aquisição das ações pertencentes aos acionistas que não tenham estado presentes ou representados ou votado favoravelmente na assembleia onde a mesma foi deliberada”, lê-se no comunicado publicado na página da comissão.

De acordo com a CMVM, esta decisão assenta “na verificação de que não é possível determinar o valor de contrapartida”, na medida em que “não foram adquiridas ações da Transinsular nos seis meses anteriores à data da publicação da convocatória para a assembleia-geral” durante a qual foi decidida a saída de bolsa da empresa de transportes marítimos insulares.

A CMVM frisou ainda que “as ações da Transinsular não estão admitidas à negociação em mercado regulamentado”.

PE // CSJ

Lusa/Fim

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