Como tem reagido o Índice accionista Espanhol à crise Catalã?

Tiago Esteves

Enquanto grande parte dos índices mundiais se vai aproximando ou está efectivamente em máximos, o índice do país vizinho vai descendo há já 6 meses. É certo que a desvalorização ainda não atingiu proporções alarmantes, mas não deixa de ser uma desvalorização que teve como agravante ter sido iniciada por um padrão de inversão de tendência. A projecção deste foi já atingida no cruzar dos 10.174 pontos, mas o momento menos positivo vai-se arrastando tendo por base uma lógica de máximos relativos consecutivamente inferiores ao anterior (dos últimos 6, apenas 1 foi quebrado em alta). Ora, o que será necessário ocorrer de um ponto de vista técnico para este momento menos positivo poder ser considerado ultrapassado? Neste momento, seria de extrema importância que a resistência dos 10.386 pontos fosse quebrada em alta. Uma quebra dessa zona projectaria o título em cerca de 4,5%, o que seria uma fantástica ajuda à recuperação de máximos. Contudo, bem sabemos que os mercados não compadriam com incerteza. E, mais do que nunca, podemos dizer que se vive um clima de profunda incerteza na vizinha Espanha.

 

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