Da Bitcoin ao Petróleo – Cinco gráficos no topo da actualidade

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Deixamos abaixo um guia para as preocupações atuais do mercado, apresentado de forma lógica e concisa.

A reunião de setembro da Reserva Federal foi devidamente acompanhada pelas projeções para as taxas de juro, comumente representada num “Gráfico de Pontos”. E dado o pano de fundo do crescimento económico modesto, aumentos salariais lentos e uma taxa de inflação moribunda, os investidores receiam que o banco central possa estar a almejar muito alto. Isso explica a fraqueza do dólar e os rendimentos das obrigações do tesouro relativamente baixas.

 

A era da flexibilização quantitativa está a recuar. Os investidores esperam que o Banco Central Europeu anuncie brevemente a diminuição dos seus 60 mil milhões de euros em compras mensais de títulos, enquanto a Reserva Federal iniciará no próximo mês a redução do seu balanço patrimonial de US $4,5 milhões. É verdade que os dois bancos centrais operam a velocidades políticas diferentes, mas o mercado de títulos já iniciou o processo de redução da diferença – medida pela referência dos rendimentos a 10 anos. Este ano, esta diferença diminuiu cerca de 1,80 pontos percentuais, beneficiando o euro em ralação ao dólar. O BCA Research denomina este efeito como a “ressincronização das politicas monetárias da economia desenvolvida”.

Este gráfico mostra as taxas de cobrança de empréstimos em três séries de titularizações de hipotecas no Reino Unido, comparando-as com dados sobre o crescimento de lucros. Os negócios, reunindo mais de 36 mil empréstimos, totalizam cerca de £3.5 biliões. As hipotecas não estão em conformidade com os padrões dos bancos e os mutuários possuem, geralmente, qualidade de crédito menor.

A história dos mercados financeiros está repleta de ciclos de preços ativos, desde túlipas no início dos anos 1600 até exemplos mais recentes, como a bolha das dot comt no final dos anos 1990 e os preços imobiliários americanos antes de 2008. A ascensão da moeda virtual, o bitcoin, que recentemente atingiu US $5.000 e posteriormente sofreu uma negociação volátil, mostra sinais de seguir o desempenho clássico do ciclo.

O gráfico do Brent parece uma montanha russa desde março, com vendas e aumentos em rápidas sucessões, onde os traders tentam encontrar o ponto de balanço para a indústria petrolífera americana.

Em geral, os investidores lidaram com 3 descidas do preço e três aumentos, cada de 14% ou mais num período de 6 meses, deixando alguns desconfortáveis com estas gravitações.

Mas o Brent parece finalmente ter atingido uma plataforma mais firme, após ter atingido $55/barril pela primeira vez desde abril. Os seus lucros desde junho abrandaram, mantendo-se estáveis, mas totalizando agora 26% e colocando-o firme no mercado.

 

Fonte: Financial Times

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