Pharol continua a perder valor, mas parece querer abrandar

Tiago Esteves
A Pharol mantém o seu penoso direccionamento descendente, tendo perdido mais 50% de valor nos últimos três meses. As coisas não estão fáceis, e não adianta ter ilusões: por muito forte que seja o actual ressalto, estamos muito longe de observar sinais sólidos de inversão. Recordo que ainda entre Setembro e Novembro passados tivemos um ressalto superior a 70%, e nem por isso estamos agora mais longe de mínimos. Olhando em perspectiva temporal, apenas a superação ascendente dos 41,8 cêntimos significaria uma alteração da tendência de longo prazo. No médio prazo, são os 29 cêntimos a ditar o marco. São, portanto, pontos distantes o suficiente para os deixarmos para já em stand-by.

No curto prazo, olhando para o gráfico horário, existe uma importante zona de suporte que ajuda neste momento a dar fôlego a uma eventual reacção. Mas se o suporte é importante, não o é menos a resistência dos 24,2 cêntimos. Será a ultrapassagem de um ou do outro ponto que ditarão o sentido da tendência de curto prazo. Contando-se entre pontos com uma amplitude de 20%, está fácil de ver que uma quebra em alta ou em baixa poderá fazer toda a diferença. Fica, portanto, em primeiro lugar a indicação de prudência. Seja em que sentido for que optem por fazer a negociação, não descurem na colocação dos stops. E, se possível, esperem por uma definição de direccionalidade antes de optarem por um dos sentidos para o posicionamento.

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