PSI20 fecha a cair 0,15% com CTT a liderar quedas

Agência Lusa

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O principal índice da bolsa de Lisboa (PSI20) encerrou hoje com uma descida ligeira de 0,15% para 5.321,82 pontos, acompanhando a tendência negativa das bolsas europeias.

Das 18 cotadas que integram o PSI20, 14 desceram e quatro subiram.

A liderar as quedas estiveram novamente as ações dos CTT – Correios de Portugal, que caíram 4,63% para 3,26 euros. Desde que os CTT apresentaram, em 31 de outubro, os resultados (lucros caíram para 19,5 milhões de euros até setembro), as ações já recuaram 35%.

Também com quedas significativas ficaram hoje as ações de Ibersol (-4,01% para 11,37 euros), Pharol (-3,96% para 0,412 euros), Navigator (-2,45% para 4,21 euros) e Semapa (-1,65% par 16,38 euros).

Ainda em queda fecharam EDP (-1,06% para 2,98 euros) e o banco BCP (-0,45% para 0,25 euros).

Já a evitar uma maior queda do PSI20 estiveram os títulos da Nos e da Galp.

A operadora Nos destacou-se a subir 4,58% para 5,224 euros, um dia depois de ter anunciado que os seus lucros aumentaram 34,5% nos primeiros nove meses do ano face ao mesmo período de 2016, ascendendo a 105,5 milhões de euros.

Já a Galp avançou 2,12% para 16,35 euros por ação. A petrolífera emitiu, na quarta-feira, dívida no valor de 500 milhões de euros, com maturidade em fevereiro de 2023 e um cupão de 1,0%.

Ainda em alta fechou a Sonae SGPS (0,50% para 1,01 euros), enquanto a retalhista Jerónimo Martins ficou praticamente inalterada (0,03% para 16,05 euros).

Na Europa, o dia de hoje foi negativo nas principais praças. Frankfurt desceu 1,49%, Paris 1,16%, Madrid 0,86%, Milão 0,83% e Londres 0,61%.

Os analistas do BPI Online justificaram este comportamento com o facto de muitos investidores estarem a “materializar as mais-valias geradas nas últimas semanas”.

A Comissão Europeia divulgou hoje as suas estimativas para economia e défice de Portugal, tendo melhorado em ambos os casos as previsões anteriores.

Bruxelas estimou hoje que a economia deverá crescer 2,6% este ano. Contudo, irá abrandar o ritmo de crescimento até 2019.

Já o défice deverá ser de 1,4% em 2017 e em 2018.

IM (ND) // JNM

Lusa/fim

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