Receitas com serviço postal sobem para 152ME no 3.º trimestre apesar da queda do tráfego

Agência Lusa

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As receitas com serviço postal cresceram 0,7% para 152 milhões de euros entre julho e setembro do ano passado, registando-se contudo uma diminuição no tráfego, de 7,1% para 179,1 milhões de objetos, comparativamente ao mesmo período de 2016.

De acordo com dados hoje divulgados pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), a receita média por objeto também aumentou 8,4% face ao trimestre homólogo.

Quase um terço (27%) das receitas verificadas no último trimestre eram referentes a encomendas, número ligeiramente acima do registado no mesmo período do ano anterior (26,4%), acrescenta aquela entidade.

Do total de objetivos distribuídos, a grande maioria (95,5%) destinou-se ao mercado nacional, sendo que os restantes (4,5%) foram enviados para outros países.

Quanto ao tipo de serviço postal prestado, 79,2% do tráfego dizia respeito a correspondências, 7,3% era correio editorial e 7,9% publicidade endereçada.

Por seu lado, as encomendas representaram 5,6% do tráfego total, registando uma subida de 5,1% face ao trimestre anterior e de 0,5% em termos homólogos.

Aludindo ao serviço universal postal – que equivale a 84,1% do total -, a Anacom aponta que diminuiu 8,5% face ao período homólogo, recordando que o grupo CTT – Correios de Portugal detém 91,7% deste tipo de tráfego.

Em média, foram enviados 17,4 objetos postais por habitante no terceiro trimestre de 2017, menos 1,3 objetivos ‘per capita’ do que no mesmo período de 2016.

“No que respeita aos meios materiais afetos ao serviço postal, registou-se um aumento de 0,6% do número de pontos de acesso, os centros de distribuição diminuíram 0,2% e a frota de veículos diminuiu 1,2%”, adianta a Anacom.

ANE // CSJ

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