Sector da Construção – Vinci

Tiago Esteves
Após a análise de ontem à Mota Engil, seguimos no sector da construção para analisarmos a Vinci. Aqui, como já tive várias vezes oportunidade de referir, o cenário é bem diferente do que se vive nas construtoras nacionais. Seguimos numa forte tendência de alta em todos os timeframes, já entramos em máximos históricos, e o título não mostra sinais de abrandamento. São empresas assim que nos fazem questionar por que motivo não há mais investidores portugueses a comprar títulos de outros países. Se é verdade que o conhecimento estrutural geralmente não é tão aprofundado, não é menos verdade que de pouco mais necessitamos do que de saber que o título está em máximos históricos que tem vindo a renovar, e que o stop loss deve ficar abaixo do último máximo relativo para prevenir azares maiores se a tendência se inverter. E estando a zona de suporte entre os 57,12€ e os 58,18, é para aí que devemos olhar em busca de sinais de alerta.

No que ao gráfico horário diz respeito, tudo aponta para que estejamos actualmente em consolidação para depois serem atacados novos máximos. A lateralização em máximos, de baixa amplitude e volume, é geralmente sinal de acumulação. Caso essa teoria se confirme e os 65,87 sejam definitivamente quebrados em alta, deveremos assistir a novos máximos e a nova consolidação um pouco acima desta marca. Em qualquer dos casos, estamos ainda bastante longe da instalação de um cenário negativista. Enquanto assim for, é ir aproveitando.

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